jul 18

Meu Papagaio

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jul 17

Recebi um convite muito especial para contar uma história e, com ela, ajudar a divulgar algo muito interessante. Não uma história qualquer, mas uma história minha, real. Tarefa difícil? Nem tanto. Sou um brasileiro, na melhor definição da palavra. Sou sergipano de nascença, porém, já vivi em dez estados deste país. Por causa das constantes transferências a que meu pai era submetido na empresa em que trabalhava, era comum ir morar em outro estado por apenas 6 meses ou por longos 3 anos. Depois, já adulto e com minha própria vida profissional, continuei a passar por esta experiência, sendo transferido algumas vezes.

Esta situação me levou a conhecer muitas pessoas, muitos lugares, diferente realidades em nosso Brasil. Morei na maravilhosa e linda Goiânia, com suas praças sempre floridas e - por isso mesmo -, muito cheirosas. Em Goiás, também fui morador de Aparecida de Goiânia, cidade pequena e agradável. Conheci Brasília, com sua beleza diferente e também Gama, Sobradinho e Planaltina. Vivi no Mato Grosso, em Diamantino, Várzea Grande e Cáceres. Ah, Cáceres! Que saudades! Pescar no Pantanal, que delícia. Um dia eu volto para revê-los, amigos!

Já morei também em Cubatão, com sua poluição extrema e terrível. E em São Paulo, cidade onde me casei e da qual guardo eternas boas lembranças. Vivi em Jeceaba, Minas Gerais, onde terminei a primeira série do ensino fundamental e da qual tenho uma triste lembrança: presenciei a morte de um bombeiro, afogado, quando tentava resgatar os corpos de uma família que havia caído com seu carro no rio, cheio por causa de uma enchente. Disse que terminei a primeira série lá, porque a primeira metade eu fiz em Ipatinga, no Hugo Duarte Coutinho, com a Tia Estael (a primeira professora a gente nunca esquece). Aliás, Ipatinga foi a cidade em que mais tempo vivi - 12 anos -, embora não tenha sido de uma só vez. Volta e meia, lá íamos nós para Ipatinga, a cidade do aço.

No nordeste, morei em Camaçari, cidade próxima a Salvador, na Bahia, e em Maceió, em Alagoas. Também vivi em João Pessoa, cidade muito bela, e em Recife, que tem lugar cativo em minha história, por tudo o que me ensinou. Após tantas andanças, tantas mudanças, uma coisa é certa e clara: não há lugar como Aracaju. Não, não e bairrismo. É sinceridade.

Tendo viajado e morado em tantos lugares, conhecido tantas pessoas e culturas dentro do nosso país, posso dizer, sem qualquer reserva: O Brasil é lindo! Quem vê a Chapada dos Guimarães ou o Cabo de Santo Agostinho, quem tem a experiência de apreciar a beleza natural do Pantanal ou a paisagem construída de Brasília, quem assiste uma mineira amamentar em público naturalmente ou um paraibano contar com brilho nos olhos sobre a história de sua cidade, quem já ouviu o sotaque bugre na beira do rio Coxipó ou o falar cantado e arrastado do baiano: este sabe a maravilha que é o Brasil e tem alegria de ser brasileiro. Este sou eu.

Conte também a sua história. O Mais Brasil tem um lugar reservado para você publicá-la, de modo que todos os brasileiros a leiam. É o Histórias do Brasil. E não esqueça de me avisar, viu?

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jul 07

Há alguns dias pedi a alguns blogueiros que mandassem pra mim fotos suas com camisas de times de futebol. O time para o qual o blogueiro torce, é claro. Expliquei que era para um post especial. Este post. Mas o que há de tão especial neste post? Explico.

Quero apresentar a vocês um novo blog - Onze em Campo -, de Felipe Lima. Quem é Felipe Lima? Você não conhece Felipe Lima? Como assim? Felipe Lima é um rapaz de 13 anos, altamente bem informado nos assuntos futebolísticos, flamenguista (ninguém é perfeito…), sergipano com passagem pela Paraíba e por Pernambuco, mais novo blogueiro nas paradas de sucesso e que, de quebra, é meu filho. Pois é. O rebento me cobra há muito umas dicas na arte da blogagem (tudo é arte hoje em dia, porque blogar também não pode ser?) e agora chegou a vez e a hora dele. Visitem o Onze em Campo, comentem, participem e tratem bem o garoto.

É meu filho, não esqueçam…

Vamos às fotos:

Este sou eu, com 8 anos de idade (a menininha é minha irmã). Fui levado pelo meu pai para ver de perto uma enchente. Nessa época eu morava em Jeceaba, cidade bem pequena de Minas Gerais. Vejam o uniforme completa do glorioso Clube Atlético Mineiro, o GALO Forte e Vingador!
Meu Papagaio

Este é o Felipe, do IsFreePop, maior portal sobre séries do Brasil! O rapaz é botafoguense, vejam:
Meu Papagaio

Esta é a Nathy, do On The Tv Show, gremista doente. Dá-lhe, tricolor!
Meu Papagaio

O Márcio Rocha, blogueiro sergipano que escreve para que você Saiba o que Interessa sobre política, enviou três fotos: uma com a camisa do Fluminense, outra com a camisa do Grêmio e a terceira com a camisa do Pirambu, time sergipano. O cabra gosta mesmo de colecionar camisas de times:
Meu Papagaio
Meu Papagaio
Meu Papagaio

Olha aí o Renan, do Theobaldo HP, com sua camisa do Palmeiras.
Meu Papagaio

Tine Araújo, do Este ou Aquele?, veste a camisa do Rio Branco de Paranaguá. Nunca ouviu falar? Nem eu. Mas se a Tine torce por esse time, deve ser bom, né?
Meu Papagaio

Por fim, mas não menos importante, o Brunno, do Sleek, com sua camisa do ASA de Arapiraca. Fiquei confuso, Brunno. Você diz que torce para o Flamengo do Rio de Janeiro, mora no Maranhão e veste uma camisa de um time de Alagoas? Explica isso aí, rapaz…
Meu Papagaio

Gostou das fotos? Manda a sua também, oras. E não esqueça de visitar o Onze em Campo, viu?

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jul 04

Anúncio que seria publicado pela Unimed no dia seguinte ao jogo:
Meu Papagaio

Pedro Bial e seu irmão Alberto Bial, desconsolados na calçada:
Meu Papagaio

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jul 02

Você que participar do BlogCampSE 2008? É fácil: preencha o formulário de inscrição abaixo, arrume as malas e venha para Aracaju, a Capital Brasileira da Qualidade de Vida! Sergipe te espera.

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jul 01

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jun 29

Meu Papagaio

Meu Papagaio

v

Muito legais estas fronhas para casais. Interessante a versão “fronha única” para ficar juntinho!

Vi no Eu Queru

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jun 29

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Hoje comemoramos os 50 anos da primeira conquista de um campeonato mundial pela Seleção Brasileira. Foi na Suécia, após um 5 x 2 na final contra a anfitriã. Antes, o Brasil já havia passado por Áustria, Inglaterra e União Soviética, na primeira fase, País de Gales, nas quartas, e a França na semifinal.

Até então, o máximo que Brasil havia conseguido era um vice-campeonato traumático em 1950. Para ter a honra de levantar a Jules Rimet, a Seleção se valeu de craques inesquecíveis. Dentre eles, Zagallo, Garrincha e - é claro - Pelé! Vicente Feola foi chamado para comandar a equipe. Ele havia sido auxiliar na triste Copa de 1950.

Meu Papagaio


A delegação:

Goleiros: Gilmar e Castilho
Laterais: Djalma Santos, Nilton Santos, De Sordi e Oreco
Zagueiros: Mauro, Bellini, Orlando e Zózimo
Meias: Didi, Dino, Zito e Moarcir
Atacantes: Garrincha, Zagallo, Vavá, Pepe, Pelé, Joel, Mazolla e Dida.

Chefe: Paulo Machado de Carvalho
Secretário: Abílio de Almeida
Tesoureiro: Adolpho Marques Júnior
Delegado ao Congresso: Luiz Murgel
Supervisor Técnico: Carlos Nascimento
Técnico: Vicente Feola
Preparador Físico: Paulo Amaral
Observador Técnico: José de Almeida
Psicólogo: João Carvalhaes
Médico: Hilton Gosling
Dentista: Mário Trigo Loureiro[2][3]
Massagista: Mário Américo
Auxiliar: Francisco de Assis (roupeiro)

Jogos:

Brasil 3 x 0 Áustria
Brasil 0 x 0 Inglaterra
Brasil 2 x 0 União Soviética
Brasil 1 x 0 País de Gales
Brasil 5 x 2 França
Brasil 5 x 2 Suécia

Assista aos gols da final da copa:


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jun 29

Meu Papagaio


Roberto Dinamite é o novo presidente do Vasco, terminando com mais de duas décadas de completo domínio de ‘Eu rico’ Miranda no clube. O maior artilheiro da história do Vasco vai comandar o clube por três anos a partir do dia 1º de julho, mas já começou a colocar ordem na casa: mandou desengavetar a camisa 11, que havia sido “aposentada” por Eurico. Parabéns ao Vasco, que realmente merecia se ver livre do ditador Miranda. Agora vai!

Um breve histórico de Roberto Dinamite:

Carlos Roberto de Oliveira, nasceu em Duque de Caxias, a 13 de abril de 1954.

É o jogador com maior número de gols na história do Campeonato Brasileiro (190) e do Campeonato Carioca (279). Considerado pela IFFHS o quinto maior goleador do futebol mundial em campeonatos nacionais de primeira divisão, com 470 gols em 758 jogos.

Como político, foi eleito vereador da cidade do Rio de Janeiro e quatro vezes deputado estadual no estado do Rio de Janeiro.

Não viu Roberto Diamite jogar? Você não faz idéia do que perdeu. Veja aí:

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jun 27

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“O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.”

João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo, no Rio de Janeiro, a 27 de junho de 1908, e faleceu em 19 de novembro de 1967. Foi um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos. Foi também médico e diplomata.

Os contos e romances escritos por João Guimarães Rosa ambientam-se quase todos no sertão brasileiro. A sua obra destaca-se sobretudo pelas inovações de linguagem, sendo marcada pela influência de falares populares e regionais. Tudo isso, unindo à sua erudição, permitiu a criação de inúmeros vocábulos a partir de arcaísmos e palavras populares, invenções e intervenções semânticas e sintáticas.

Foi o primeiro dos sete filhos de Florduardo Pinto Rosa (”Fulô”) e de D. Francisca Guimarães Rosa (”Chiquitinha”).

Autodidata, começou ainda criança a estudar diversos idiomas, iniciando pelo francês quando ainda não tinha 7 anos, como pode se verificar neste trecho da entrevista que deu a uma prima, anos mais tarde:

“Falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituano, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do checo, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração.”

Ainda pequeno mudou-se para a casa dos avós em Belo Horizonte, onde terminou o curso primário. Iniciou o curso secundário no Colégio Santo Antônio, em São João del-Rei, mas logo retornou a Belo Horizonte onde se formou. Em 1925, matriculou-se na então denominada Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais, com apenas 16 anos.

Em 27 de junho de 1930, casou-se com Lígia Cabral Penna, de apenas 16 anos, com quem teve duas filhas: Vilma e Agnes. Ainda nesse ano se formou e passou a exercer a profissão em Itaguara, então município de Itaúna (MG), onde permaneceu cerca de dois anos. Foi nessa localidade que passou a ter contato com os elementos do sertão que serviram de referência e inspiração a sua obra.

De volta de Itaguara, Guimarães Rosa serviu como médico voluntário da Força Pública (atual Polícia Militar), durante a Revolução Constitucionalista de 1932, indo para o setor do Túnel em Passa-Quatro (MG) onde tomou contato com o futuro presidente Juscelino Kubitschek, naquela ocasião o médico chefe do Hospital de Sangue. Posteriormente entrou para o quadro da Força Pública, por concurso. Em 1933, foi para Barbacena na qualidade de Oficial Médico do 9º Batalhão de Infantaria. Aprovado em concurso para o Itamaraty, passou alguns anos de sua vida como diplomata na Europa e na América Latina.

No início da carreira diplomática, exerceu, como primeira função no exterior, o cargo de Cônsul-adjunto do Brasil em Hamburgo, na Alemanha, de 1938 a 1942. No contexto da Segunda Guerra Mundial, para auxiliar judeus a fugir para o Brasil, emitiu, ao lado da segunda esposa, Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, mais vistos do que as cotas legalmente estipuladas, tendo, por essa ação humanitária e de coragem, ganho, no pós-Guerra, o reconhecimento do Estado de Israel. Aracy é a única mulher homenageada no Jardim dos Justos entre as Nações, no Museu do Holocausto, em Israel.

No Brasil, em sua segunda candidatura para a Academia Brasileira de Letras, foi eleito por unanimidade (1963). Adiou a cerimônia de posse enquanto pode, e afirmou ter medo de morrer no dia do evento. Também afirmou escrever em transe mediúnico. Só veio a tomar posse em 1967, e faleceu três dias mais tarde na cidade do Rio de Janeiro em 19 de novembro. Se o laudo médico atestou um infarto, sua morte permanece um mistério inexplicável, sobretudo por estar previamente anunciada em sua obra mais marcante — Grande Sertão: Veredas —, romance qualificado por Rosa como uma “autobiografia irracional”. Talvez a explicação esteja na própria travessia simbólica do rio e do sertão de Riobaldo, ou no amor inexplicável por Diadorim, maravilhoso demais e terrível demais, beleza e medo ao mesmo tempo, ser e não-ser, verdade e mentira. Diadorim-Mediador, a alma que se perde na consumação do pacto com a linguagem e a poesia. Riobaldo (Rosa-IO-bardo), o poeta-guerreiro que, em estado de transe, dá à luz obras-primas da literatura universal. Biografia e ficção se fundem e se confundem nas páginas enigmáticas de João Guimarães Rosa, desaparecido prematuramente aos 59 anos de idade, no ápice de sua carreira literária e diplomática.

Principais obras:

1936: Magma
1946: Sagarana
1947: Com o Vaqueiro Mariano
1956: Corpo de Baile
1956: Grande Sertão: Veredas
1962: Primeiras Estórias
1964: Campo Geral
1965: Noites do Sertão
1967: Tutaméia – Terceiras Estórias
1969: Estas Estórias (póstumo)
1970: Ave, Palavra (póstumo)


Via Wikipedia

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jun 25

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Tobias Barreto de Meneses nasceu na Vila de Campos (hoje Tobias Barreto), em Sergipe, a 7 de junho de 1839, e faleceu em Recife, Pernambuco, a 26 de junho de 1889. Foi filósofo, poeta, crítico e jurista brasileiro, sendo fervoroso integrante da Escola do Recife (movimento filosófico de grande força calcado no monismo e evolucionismo europeu). Foi o fundador do condoreirismo brasileiro e patrono da cadeira nº 38 da Academia Brasileira de Letras.

Em 1882, Tobias Barreto foi selecionado, por meio de concurso público, para uma cátedra na Faculdade de Direito do Recife. Hoje, em sua homenagem, a Faculdade de Direito do Recife é carinhosamente chamada de “A Casa de Tobias”.

Inicialmente influenciado pelo espiritualismo francês, passa para o naturalismo de Haeckel e Noiré em 1869 com o artigo Sobre a religião natural de Jules Simon. Em 1870, Tobias Barreto, passa a defender o germanismo contra o predomínio da cultura francesa no Brasil. Nesta época começa, autodidaticamente, a estudar a língua alemã e alguns de seus autores tomando como objetivo reformar as idéias filosóficas, políticas e literárias influenciado pelos alemães.

Fundou na cidade de Escada, próxima ao Recife, onde morou por 10 anos, o períodico Deutscher Kämpfer (em português, Lutador Alemão) que teve pouca repercussão e existência curta. Tobias Barreto escreveu ainda Estudos Alemães, importante trabalho para a difusão de suas idéias germanistas, mas que foi duramente criticado por se tratar apenas, segundo alguns, da paráfrase de autores alemães.

Principais obras:

Ensaios e estudos de filosofia e crítica (1975)
Brasilien, wie es ist (1876)
Ensaio de pré-história da literatura alemã, Filosofia e crítica, Estudos alemães (1879)
Dias e Noites (1881)
Menores e loucos (1884)
Discursos (1887)
Polêmicas (1901)
Que Mimo (1874)
O Gênio da Humanidade (1866)
A Escravidão (1868)
Amar (1866)
Glosa (1864)


Via Wikipedia

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jun 25

Já imaginou como se passaria o seriado 24 Horas em 1994? Assista agora às peripécias de Jack Bauer no início da era digital:



Vi no Uninuni

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jun 25

É o que promete este site que conheci essa semana. O ManBabies tem como proposta publicar fotos de pais e filhos, um no lugar do outro. Para participar, basta enviar um e-mail com a foto que se deseja modificar e aguardar. Clique na imagem para ver outras fotos já publicadas.

Meu Papagaio


Dica de Marinalva Lima - minha esposa.

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jun 24

Pra não dizerem que, sendo sergipano, deixei passar as festas juninas em branco aqui no Meu Papagaio, posto um vídeo dos quatro maiores mestres da sanfona e do autêntico forró: Luiz Gonzaga, Sivuca, Dominguinhos e Oswaldinho. A pura arte nordestina. Aproveitem, porque isto está acabando, infelizmente.

Agora o negócio (negócio mesmo!) são as “bandas de forró” que de forró não têm nada. Tocam um troço qualquer, indefinido e insensato, cheio até a tampa de sexualidade - a fase da sensualidade já passou faz tempo - e que descaracteriza totalmente a tradição nordestina. Nas festas promovidas pelo governo do estado e pelas prefeituras, é mais fácil encontrar tipos como Bel Marques, Chimbinha e sua loira oxigenada saltitante e Zezé di Camargo, do que forrozeiros.

Como se não bastassem estes absurdos musicais, acontece anualmente um concurso de quadrilhas juninas, que mais parecem escolas de samba. Têm roupas iguais para todos, cheias de apetrechos desnecessários e não condizentes com a dança da quadrilha, e misturam de tudo na apresentação, inclusive - pasmem! - capoeira e axé, além de outras influências estranhas. Triste, muito triste.



Aproveita, gente!
Luiz Gonzaga

Aproveita, gente, que o pagode é quente
É forró pra toda essa gente se espalhar
Êita, coisa boa! Êita, pessoá!
Hoje aqui a páia voa vamo gente aproveitar
O resfunlengo desse fole não é mole
Todo mundo aqui se bole
Com o seu resfunlengar
E o sanfoneiro que não só faz resfunlengo
Quando sai do lengo-lengo bota pra improvisar

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jun 23

Meu Papagaio


Segundo fontes seguras do blog Meu Papagaio, o apresentador ficou verde de raiva ao saber que seu nome foi escrito errado no Jornal da Cidade.

Meu Papagaio

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